quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Passo a passo

Que semana mais gostosa!

Todas as coisas se concretizando e pouco a pouco tudo começa a acontecer. Pais, família, amigos, todos aqueles que um dia fizeram parte da minha vida estão meio que se despedindo desta fase. Em breve serei a Sra. Almeida Santos.
Não é nada do que sonhei. Na verdade nunca sonhei em nada do que tem acontecido, nunca desejei que essas coisas acontecessem, e nem dessa forma. Já viveu isso de nunca imaginar algo, e acontecer e se realizar naquilo? Pois é.
Todos os preconceitos e medos um dia enfrentamos, e quem diria? Descobrimos a felicidade naquilo que um dia desprezamos. E no fim das contas ser feliz é tão simples, embora nada fácil.
Queria trabalhar em algo que me desse dinheiro e não me encontrava em nenhuma profissão e terminei estudando o que mais odiava: Pedagogia. Aquele curso que eu olhava e pensava: Tudo que você estuda tem uma utilidade, exceto pedagogia ( aham... vai nessa!). Hoje mais que um diploma, encontrei o sentido da minha vida totalmente atrelado à pedagogia, mais que uma profissão, um pedacinho daquilo que todos devíamos saber.
Essa semana encontrei meus amigos para serem minhas testemunhas no cartório, e aproveitaram para tirar bastante sarro, afinal, aquela que dizia que jamais teria um sobrenome brasileiro (sim eu era bem esnobe), no mínimo escandinavo, será a Sra. Santos, baby! E não troca esse sobrenome por nenhum outro! Totalmente apaixonada.

Fica a reflexão, o que foi mesmo que você disse que não gostava ou que nunca faria?
Repense.

O dia de amanhã só Deus mesmo para saber!

Abração!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O que não te ensinaram: O babá

Então a pessoa sai da casa dos pais e se aventura a morar só... AH! Que liberdade! Sair com os amigos? Dormir a hora que quer? Acordar a hora que der? Enfim, em meio a idéia inicial e o baque de não ter rédeas é algo fascinante para quem acabou de sair da aba dos pais.
Então pra comemorar, a pessoa marca de sair com o(a) amiga, para facilitar vou dizer que é a amiga, ok? Pergunta quando está de folga e quando a amiga poderá sair. Então ela diz que vai checar com a mãe e no dia seguinte confirma.
Primeiro pensamento "Eu não preciso falar com a minha mãe, finalmente livre dessa preocupação!"
PS: Fiquem falando que seus filhos são pesos mamães, mais cedo ou mais tarde eles dirão que você também é, e lembrem-se que atitudes falam mais do que palavras.
Continuando a história: Dia seguinte a amiga liga para a pessoa e marca no domingo e então pede todas as suas informações para passar para a mãe dela pra saber onde ela estará. (Sentiu as algemas?)
Chega no domingo e você sai, e espera; a mãe te liga pra saber se a filha já chegou e você diz que está esperando, e tcharam! Olha você dando satisfação de novo! Então encontra a sua amiga e a mãe liga pra confirmar e fala com ela e fala com você, e até o fim do encontro amigo, tu é babá do teu amigo marmanjo para a mãe dele. 
Você é "livre" e seus amigos não, então você muda de amigos para aproximar os que são livres como você,
aí você tem mais liberdade para cuidar da sua carreira, planos, sonhos; mas um dia, você vai encontrar uma pessoa, aquele amigo, ou amiga, que você realmente se importa, e que você vai se sentir protegido, e vai querer proteger, e então vai ver que liberdade é para cuidar, que cuidar também amadurece, e maturidade é para quem cuida, aproxima, protege, e que no fim das contas é pra isso que você vive, é isso que seus pais fizeram, isso que você acabará fazendo, seja com filhos, amigos, pessoas, ou coisas, ou planos. No fim a liberdade que desejamos é usada para aprender a cuidar, e então praticar e multiplicar esse aprendizado. Começamos com uma carreira, finanças, uma casa, um carro, amigos, o (a) "love", depois o relacionamento em si... e assim vamos agregando quanto mais administramos tudo isso.

Feliz é quem aproveita, feliz é quem aprende.


Abraços! ^.~